Cuidados com os pés por público
Por Equipe editorial Podologia Brasil · Publicado em · Revisado em
Cada público tem uma rotina de cuidado com os pés. Estas páginas explicam o que costuma ser descrito para cada um e quando buscar avaliação.
Quais são as páginas
- Cuidados com os pés dos idososPele mais seca, unhas grossas, calçado firme e antiderrapante e o papel das consultas de rotina.
- Cuidados com os pés da criançaComo o pé se desenvolve, calçado flexível e quando uma avaliação médica faz sentido.
- Pé de corredor e de atletaAtrito, bolha, meia, secagem e a diferença entre o nome popular de uma micose e o assunto esporte.
- Pés inchados na gravidezO que costuma ser esperado e os sinais que pedem contato com o pré-natal.
- Pés cansados de quem trabalha em péCalçado, pausas, suor e dor depois do expediente.
- Pé de quem usa saltoCarga na frente do pé, escolha de calçado e sinais para avaliação.
Os pés mudam conforme a idade, o trabalho e a atividade. Por isso a rotina de cuidado também muda. Esta área reúne páginas de prevenção para seis públicos.
Todas tratam de rotina. Nenhuma faz diagnóstico, e nenhuma indica tratamento. Em caso de dúvida, a avaliação é do serviço de saúde.
O que há de comum entre os públicos
Alguns hábitos aparecem em todas as páginas, porque são os mais repetidos no material de saúde pública:
- Olhar os pés com frequência, inclusive entre os dedos.
- Lavar e secar bem, principalmente entre os dedos, onde a umidade favorece as micoses.
- Usar calçado bem ajustado, sem áreas de pressão e com solado que não escorregue.
- Preferir meias de tecido leve e trocá-las todos os dias.
- Não andar descalço em piso úmido e compartilhado.
- Manter o corte reto das unhas e procurar o serviço de saúde se elas doem.
O Ministério da Saúde, na página sobre micoses, cita a secagem da pele, o uso de calçados arejados e de tecidos leves, e o cuidado com piso úmido. Esses pontos valem para todos os públicos.
O que não está aqui
Estas páginas não ensinam a tirar calo, a cortar unha encravada ou a tratar micose em casa. Mexer na unha ou na pele do pé por conta própria, com instrumento ou produto, pode causar infecção e lesão. Em pessoa com diabetes ou com circulação comprometida, o risco é maior.
Também não indicam produto, marca ou profissional.
Quando procurar avaliação
Dor que persiste, mudança de cor, inchaço, calor, perda de sensibilidade, machucado que não melhora e qualquer alteração em pé de pessoa com diabetes pedem avaliação em serviço de saúde. A página quando o caso é da medicina explica a diferença entre o que costuma ser da saúde e o que costuma ser de outro tipo de atendimento.
Pé diabético
O pé de quem tem diabetes tem uma área própria no site, mais curta e mais direta. Ela encaminha para a equipe de saúde. Veja pé diabético.
Como usar estas páginas
Cada página traz fontes no fim do texto. Elas indicam de onde vêm as informações. Não se trata de substituir consulta, mas de ajudar a pessoa a fazer boas perguntas quando for ao serviço de saúde.
Perguntas frequentes
Estas páginas indicam tratamento?
Não. Elas tratam de rotina e de prevenção, com base em material de saúde pública. Quem avalia cada caso é o profissional de saúde.
O que todos os públicos têm em comum?
Em geral, olhar os pés com frequência, lavar e secar bem, principalmente entre os dedos, usar calçado e meia adequados e procurar o serviço de saúde diante de qualquer alteração.
E quem tem diabetes?
O cuidado do pé de quem tem diabetes é conduzido por equipe de saúde. A área de pé diabético do site explica o básico e encaminha.